Inspiração: Inglaterra parte I

A Guerra das Rosas

Olá pessoas, tudo bom?

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Não é de se estranhar que alguém como eu que ama inglês, é formada em inglês e respira inglês seja fascinada pela Inglaterra, né? Tudo bem, os EUA também são legais, mas nada se compara a história da Inglaterra. Do mesmo jeito que eu amo o período pré-revolução francesa de Marie Antoinette, também amo o período da guerra das rosas e da dinastia Tudor inglesa.

O que acontece é: sendo a fanática que sou, eu assisto/assisti diversas séries e filmes com o tema e aos poucos percebi que eles se unem! E que se você quiser você pode entender a história da monarquia inglesa simplesmente assistindo em ordem essas séries e filmes. Acho isso super legal (e torna uma assunto que a gente tem pavor – história – em algo leve e divertido) e quero compartilhar com vocês. Não quero que esse post fique gigante então vou separar em duas partes. Vamos lá?

THE WHITE QUEEN

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Bom devem existir milhares de séries da BBC que falam sobre o assunto, mas a que eu assisti foi a The White Queen. E eu assisti porque houveram rumores que George Martin tinha se inspirado nesta fase da história inglesa para criar Game of Thrones. A série é baseada em três romances históricos da Philippa Gregory: The White Queen (A Rainha Branca), The Red Queen (A Rainha Vermelha) e The Kingmaker’s Daughter (A Filha do Fazedor de Reis), todos publicados no Brasil pela Editorial Record. É uma adaptação fantástica, e o mais legal é que parece ficção, sabe? Mas não! Tudo aquilo realmente aconteceu! Bom não tudo, mas os eventos mais importantes sim rsrs.  A série tem 1 temporada.

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Um resuminho (não tão inho) da história (que é bem complexa): Existia uma família a muito tempo no trono da Inglaterra, os Lancaster, mas outra família, os York, resolveram travar uma guerra para tomar o trono, e conseguem. Essa guerra é chamada de Guerra das rosas porque o símbolo da casa Lancaster era uma rosa vermelha e o da casa York era uma rosa branca. A história começa em 1464, quando Edward IV da casa York se torna rei e se apaixona por uma viúva da casa Lancaster, Elizabeth (lembrando que casa não exatamente significa família) que diziam ser meio bruxa. Ela ficou conhecida com a Rainha Branca (título da série e do livro) e fez muitos inimigos porque não era bem aceita no reino, por ser originalmente “Lancaster“, por ser plebéia e por ter fama de praticar bruxaria. Um desses inimigos foi Margaret Beaufort, conhecida por Rainha Vermelha (o livro The Red Queen conta essa parte da história), apesar de não ser rainha. Uma mulher poderosa, rica e religiosa que utiliza do poder adquirido por meio de seus maridos para tentar colocar o seu filho bastardo Henry Tudor (lembrem desse nome) no trono, pois por ser um Lancaster, depois de toda família real ter morrido na guerra, ele é que teria direito ao trono. Vou parar por aqui porque posso continuar pra sempre falando disso rsrsrs.

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Fora isso, ainda acontecem muitas intrigas e reviravoltas. Tem o Lord Warwick, conhecido como The Kingmaker (ou seja, “fazedor de reis”) que ajudou a colocar Edward IV no trono, casa as filhas com os irmãos dele e depois quer colocar estes no trono. O livro The Kingmaker’s Daughter conta a história da filha de Warwick Anne que é casada com o irmão mais novo de Edward IV. Ela então acaba se tornando rainha quando o marido usurpa o trono do irmão se tornando o rei Richard III.  Vixe, uma confusão. Afinal, foram três livros que acontecem quase paralelamente que foram agrupados para a construção da história.

Eu amei essa série. Ela é bem curtinha, mas muito bem feita. Sem enrolação, com muita ação acontecendo e romance. E aquele clima medieval que eu amo. Os figurinos são perfeitos. BBC arrasa.

To com muita vontade agora de pegar os livros da Philippa Gregory pra ler. Ela tem muitos romances históricos sobre as rainhas da Inglaterra.

Vocês gostam de séries medievais? Já assistiram alguma? Me deixem sugestões nos comentários.

Beijos

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2 pensamentos sobre “Inspiração: Inglaterra parte I

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