TAG: Halloween Literário

Olá Pessoas,

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Hoje eu vim fazer uma TAG que vi lá no canal Cabine Literária. Vamos, lá?

1. Qual seu livro favorito de terror ou suspense?

DSC00648Primeiro preciso dizer que qualquer coisa que o Edgar Allan Poe escreveu é o meu preferido, mas ele não escrevia romances então não vale (roubadinha básica). Se você quiser saber meus contos preferidos dele tem aqui. Mas, enfim meu livro preferido é Os Três da Sarah Lotz, que eu amei é maravilhoso, incrível, gostoso. Tem resenha aqui no blog e não é só pra fazer propaganda que eu escolhi não. Leiam esse livro pelo amor de Deus, não é somente o meu livro de terror preferido, mas um dos meus livros favoritos de todo o sempre.

2. Pra festa de Halloween, você precisa se fantasiar de um personagem de um livro. Qual será?

Acho que pode ser qualquer um, né? Então seria a Cealena de Trono de Vidro, se eu fosse magra e linda e loira. Mas como eu não sou, pode ser de Hermione mesmo, mais fácil.

3. Um personagem que não é de livro de terror, mas que você acha assustador.

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A feiticeira branca das Crônicas de Nárnia do C.S.Lewis. Não gosto dela não. rsrsrs

 
 

4. Vampiros ou lobisomens?

Vampiros, com certeza.

5. Se forem vampiros, qual o seu vampiro preferido da literatura? Se forem lobisomens, qual seu lobisomem preferido da literatura?

catbonesComo escolher só um? Não dá porque eu amo muito vampiros. Então tem o Drácula de Bram Stoker, o Bones de Night Huntress (Caçadora da Noite) da Jeaniene Frost, o Vishious de The Black Dagger Brotherhood (Irmandade da Adaga Negra) da J. R. Ward e o Eric de The Southern Vampire Mysteries (As Crônicas de Sookie Stackhouse) da Charlaine Harris.

6. Qual um livro de terror que você tem vontade de ler?

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O Iluminado do Stephen King. É uma vergonha alguém que gosta tanto do gênero quanto eu não ter lido nada dele ainda. Desonra pra mim, desonra pra minha família e desonra pra minha vaca.

 
 

7. Gostosuras ou travessuras? Diga um livro gostosura e um livro travessura.

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Um livro gostosura é o novo amor da minha vida Feita de Fumaça e Ossos da Laini Taylor. E travessura são os livros da Irmandade da Adaga Negra da J.R. Ward, meu “guilty-pleasure”.

 
 

E pra me vingar da Tag10 livros para 10 músicas eu vou marcar a Bia e a Ana do Na Sua Estante, a Bel do Daily Sweetness e a Fê do InLoveForWords. E todas vocês que queiram responder.

Quem fizer a TAG linka aqui nos comentários as repostas que eu quero ver.

Beijos e Feliz Halloween jack-icon

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Desabafo: Like 4 Like

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Eu não curto muito desabafos no blog. Acho que as pessoas não tem nada a ver com as coisas que eu passo na vida, mas acima de tudo esse é meu blog pessoal e às vezes eu preciso expor um conteúdo mais pessoal aqui, desabafar mesmo.

Muitas vezes, quando as pessoas olham para mim, elas me vêem como uma pessoa totalmente material. Eu tenho um iphone, 3 cartões de crédito e posso comprar livros e roupas quantas vezes eu quiser no mês, o que não significa que eu o faça, muito pelo contrário. Eu tenho sim um grande apego pelas minhas coisas, mas o valor de mercado delas pouco importam para mim. Outro dia, andando pela rua com o meu namorado, ele me parou e pegou uma flor que estava em uma árvore e me deu. Ele nunca me deu um buquê de rosas da floricultura mais cara, mas aquela flor é hoje o meu item mais precioso. Porque aquele gesto pra mim teve um valor que nenhum Iphone, nenhuma jóia da Tiffany e e nenhum carro zero vai algum dia ter.

Ás vezes,  eu fico pensando em como as pessoas podem ser tão mesquinhas, vãs e materialistas. Como um celular, um batom, um carro e até uma caixa de lápis de cor podem importar tanto? Vivemos na era da ostentação. Ostentamos amigos, namorados, livros, máscaras de cílios, absolutamente tudo. Você é julgada se veste Prada e se veste Marisa tem que se justificar que não faz questão nenhuma de ter uma Prada, pelo menos até comprar uma (aí você posta no Instagram com uma hashtag bem grande). Eu assisto tantas e tantas demonstrações de amor e amizade que não passam de uma grande máscara de aproveitamento e mentira, expostas ridiculamente nas redes sociais. Por que isso? Me irrita e me deixa incomformada.

Tem gente que não pode ganhar uma bala sem expor no Instagram e qualquer um que vai contra essa prática tão individualista é imediatamente rotulado de invejoso (beijinho no ombro – recalque). Sem dúvida, existe inveja por aí, mas parem com essa síndrome de Valeska Popuzuda de que todos são suas “inimiga” e sentem inveja da sua vidinha perfeita, que aliás só existe no seu perfil online e você sabe!

Afinal, se você expõe cada pedaço da sua vidinha que é tão medíocre que depende dessa exposição para ser feliz, isso nada mais é, na minha opinião, do que pura fabricação de inveja, não é mesmo? Por que mais uma pessoa coloca tudo que compra e ganha na página principal do blog se não para ser invejada? E depois reclama da inveja na maior hipocrisia.  O banho de sal grosso e as pimentas não funcionam não, quando o inimigo está dentro do seu próprio corpo. Você precisa de um exorcismo material.

Desde quando virou normal “competir” qual o marido que dá o presente mais caro, quem lê mais livros no mês, quem tem a maior quantidade de likes no Facebook? Como as pessoas conseguem viver assim? Com toda essa falsidade e competitividade? Sendo tão materialistas? Como você acha o amor na sua vida depois de tudo isso? Ou a verdade? Ou a falsidade?

Como eu já disse em um comentário de blog uma vez: queria que a minha felicidade fosse tão fácil de alcançar quanto um número de likes no Instagram. Mas me deixa muito feliz que a minha felicidade, na verdade, depende de algo mais simples. De uma pequena flor murcha que permanece florescendo dia e noite no meio das páginas do meu coração.

Expectrum Patronum 

Muitas coisas eu aprendi nesses 23 anos de existência. Algumas boas, outras más, e outras que machucam. Essa é uma das que machucam: nunca espere por um segundo, que as pessoas façam por você o mesmo que você fez por elas. Nunca espere o mesmo grau de carinho, de respeito, de gratidão, de compreensão ou de consideração. Não vai acontecer. Cheguei a um ponto que até me sinto uma idiota completa por sequer ter esperança do contrário.

É engraçado como isso se apresenta em uma fórmula pra mim. Eu sempre fui uma pessoa que tinha medo de não agradar, e mais, que não se importava de deixar um desejo próprio de lado para atender o dos outros,  que ao meu ver, sempre eram um pouco mais urgentes. Mais urgentes não por serem de suma importância, mas porque eu simplesmente não me importo de deixar de sair para ficar em casa fazendo companhia a um amigo, de deixar de ler um livro pra atender um telefonema e ouvir sobre os problemas alheios, de ir no cinema quando a amiga não tem dinheiro de ir na balada, de esconder minhas vontades e pensamentos casuais (essa blusa é horrível e você sabe) para não deixar alguém triste. Essas pequenas coisas de pessoas que significam muito parecem tão mais importantes do que algo tão vã quanto as minhas vontades. Não entendam mal, não sou da facção abnegação e respiro altruísmo, eu só não me importo de me apagar um pouco para deixar outra estrela brilhar. Que idiotice.

Em um mundo em que ser individualista vale todo o ouro existente, eu escolho esse caminho. E ai chega o dia, o dia que eu caio de cara em uma lama traiçoeira e movediça que eu mesma criei. Primeiro vem a pergunta x (lembram da fórmula?). “Tudo bem?” para algo que a pessoa fez ou quer/vai fazer. Será que a própria necessidade da pergunta não determina a natureza da resposta? Se realmente tivesse tudo bem, a pessoa saberia e nem precisaria me perguntar. Mas, ela sempre pergunta. E diferente da simples indagação de cortesia que fazemos diariamente quando encontramos alguém (Oi, tudo bem?) não se espera uma resposta positiva. Ou será que as pessoas são tão ingênuas que esperam? Duvido que seja o caso, mas prefiro ter esperanças do que comprovar o descaso da pergunta, como se a pessoa já não soubesse.

E o que eu digo? Letra A) Digo que está tudo bem e retenho aquele sensação de injustiça de que a pessoa está me pondo em uma situação que no passado em situação inversa eu não a puis por medo de machucá-la ou qualquer outro motivo. Sabendo que corro o risco de mais tarde jogar aquilo na cara da pessoa, o que não me parece justo, já que a pessoa vai botar a sua mais completa máscara para dizer: mas, você falou que tudo bem. Letras B) digo que não está tudo bem e passo por uma idiota ciumenta e necessitada, que “cobra” os outros pela dignidade que os demonstrou.

Ambas as respostas trazem sofrimento para mim e pouco importam para a pessoa que pergunta. Então por que? Pra que perguntar? Pra que perguntar se eu me importo de ficar sozinha em casa enquanto você vai pra balada quando eu em um situação inversa fui companheira? Pra que dizer se tudo bem não ter tempo de ouvir os meus problemas quando eu negando minhas vontades e afazeres ouvi os seus? Se eu digo que tudo bem, depois “guardo recentimentos”, se digo que não estou sendo mesquinha e “cobrando”. E qual o problema? A questão não é cobrar, a questão é que depois de tudo que você fez ou deixou de fazer pela pessoa você espera, e somente espera que ela seja um amigo, um namorado, um familiar decente que faça pelo menos um pouquinho do que você fez por ela. Eu não faço boas ações com segundas intenções de receber tudo de volta. Mas, eu e você estaríamos mentindo se disséssemos que não esperamos pelo menos o mínimo de consideração de volta. E eu te digo aqui e agora: você não o terá. No máximo, com a guarda levantada, a pessoa vai dar a resposta Y de que não pediu que você fizesse nada por ela, que não cobrou e que você fez porque você quis. Em um ato de extremo egoísmo e individualidade. Foi-se o tempo em que as pessoas apreciavam as boas coisas que sim, não foram pedidas, mas que você sem necessidade quis fazer em direção a elas. O “você fez porque quis” não devia ter um valor? E um grande valor. Por isso mesmo, eu fiz porque eu QUIS. Não porque você pediu, não porque eu achava necessário, não porque era o certo, mas porque eu QUIS. Eu fiz por você e o que eu ganhei? Um grande monte de nada. Ganhei indignação, egoísmo e desconsideração.

Não faça nada por ninguém porque depois que você ouvir isso acima, ninguém vai chorar com você. No final a única pessoa que vai secar suas lágrimas é você mesmo. Quando os dementsdores baterem na sua janela a congelando, é você sozinho que terá que limpar as lágrimas e conjurar uma memória feliz para afastá-los com um complicado feitiço. Expecto Patronum.